Nutricionista Juliana Alves
Atendimento nutricional online para mulheres e famílias, em todo o Brasil
Juliana Alves, Nutricionista
CRN-3 96607 · Atendimento nutricional online
para mulheres e famílias, em todo o Brasil
Passei mais de dez anos trabalhando com aprendizagem e comportamento de crianças antes de passar a cuidar da alimentação delas. Essa ordem explica quase tudo no meu trabalho.
Quando você entende como uma criança aprende — como ela lida com textura, com mudança, com previsibilidade, com pressão — você para de enxergar a hora da refeição como uma questão de disciplina. E quando leva esse olhar para o consultório, percebe que vale igual para os adultos: quase ninguém falha por falta de informação. Falha porque o plano não coube na vida real.
Como eu cheguei até aqui
Eu venho da educação e do neurodesenvolvimento. Sou mestre em Educação e pós-graduada em Psicopedagogia e Neuropsicopedagogia, e por mais de onze anos atendi clinicamente crianças com transtornos do neurodesenvolvimento — autismo, TDAH, dificuldades de aprendizagem. Foi ali que eu aprendi a olhar para o comportamento antes de olhar para o cardápio.
Na nutrição, sou graduada em Nutrição, com pós-graduações em Metabolismo Clínico, Saúde da Mulher, Nutrição Estética e Doenças Autoimunes. Tenho a certificação internacional Precision Nutrition (EUA) e especialização em Nutrição Personalizada pela University of Illinois Urbana-Champaign (EUA).
São mais de dez anos de prática clínica e de docência universitária, em mais de um país — o que me obrigou cedo a aprender que não existe alimentação certa fora do contexto de quem come.
Hoje atendo do Vale do Silício, na Califórnia, pacientes em todo o Brasil.


Como eu trabalho
Na sua casa cada pessoa precisa de uma coisa diferente. A criança está crescendo. Você quer regular o metabolismo. Sua mãe precisa preservar massa muscular. Alguém tem uma restrição. E todo mundo senta na mesma mesa, às sete da noite, com fome.
A saída que quase todo mundo encontra é cozinhar separado — e é por isso que quase todo mundo desiste em três semanas. Uma família não é um conjunto de dietas individuais convivendo na mesma cozinha. É um sistema: a compra é a mesma, a panela é a mesma, o tempo é o mesmo. Quando o plano ignora isso, ele não sobrevive à primeira semana real.
Dá para respeitar a necessidade de cada um sem multiplicar o trabalho de ninguém. Mas isso se organiza antes — na compra e no preparo — e não às sete da noite, com todo mundo com fome.

Uma casa, várias necessidades
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Para você
Saúde hormonal, metabolismo e composição corporal, na fase em que você está — seja SOP, pós-parto, perimenopausa ou menopausa. Sem que isso vire "a comida da mamãe, que é diferente".
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Para as crianças
Crescimento, repertório alimentar e autonomia. Criança aprende a comer pelo que vê na mesa, não pelo que é servido separado para ela. Quando come o mesmo que os adultos, o aprendizado acontece sozinho.
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Para os mais velhos da casa
Depois dos 60, a prioridade muda: preservar massa muscular e garantir proteína suficiente passam à frente de qualquer restrição. É a faixa etária que mais come pouco sem perceber.
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Para quem cozinha
A pessoa que prepara as refeições é a que decide se o plano acontece. Por isso ela entra na conversa — o que a família já gosta, o que costuma ter na geladeira, quanto tempo existe de verdade. O plano sai dali.