
Síndrome do intestino irritável e dieta low FODMAP: quando faz sentido
Inchaço no fim do dia, gases, dor abdominal, intestino que alterna entre preso e solto. Se isso é a sua rotina, pode ser síndrome do intestino irritável (SII) — um diagnóstico que deve ser feito pelo médico, depois de descartar outras causas.
O que é a dieta low FODMAP
FODMAPs são carboidratos que fermentam no intestino: estão em alimentos como cebola, alho, trigo, leite, algumas frutas e leguminosas. Em pessoas sensíveis, eles causam gases, distensão e dor.
O que os estudos mostram
Uma meta-análise publicada na revista Gut (Black, Staudacher e Ford) comparou várias dietas para SII e concluiu que a low FODMAP ficou em primeiro lugar em todos os desfechos avaliados. Os autores ressaltam que a maioria dos estudos não avaliou a fase de reintrodução — que é justamente onde muita gente erra.
As 3 fases
Restrição (2 a 6 semanas): redução dos alimentos ricos em FODMAPs.
Reintrodução: cada grupo volta aos poucos, para descobrir o que você tolera e em que quantidade.
Personalização: você fica com a dieta mais ampla possível, cortando só o que realmente incomoda.

Os erros mais comuns
Ficar na fase de restrição por meses.
Cortar alimentos sem diagnóstico.
Tirar fibras e frutas demais e piorar a constipação.
Seguir listas da internet que se contradizem.
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Conteúdo informativo. Não substitui consulta médica ou nutricional individualizada. Resultados variam de pessoa para pessoa.



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